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About: Daniel Fonseca

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Kobra: personalidade do ano em Nova York

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Trabalhar com um grande artista é fantástico. Aprendemos com eles todos os dias.Trabalhar com um dos melhores artistas do mundo é extraordinário.

Estivemos com o Kobra no planejamento, execução, financiamento e promoção do projeto Cores da Liberdade. Ao todo foram mais de vinte murais pintados em locais de destaque na cidade de Nova York. O primeiro grande desafio do projeto foi o financiamento de uma operação internacional que envolveu mais de uma dezena de profissionais e que levaria seis meses para ser executada em uma das cidades mais vibrantes do mundo. Contamos com o apoio do SubViagens para ajudar a financiar parte da operação.

O segundo desafio, parte de um projeto maior, era conseguir dar visibilidade ao Kobra como artista no circuito de arte mais competitivo do mundo. Para isso, produzir mais do mesmo não seria suficiente. Por mais que o estilo seja preservado, um artista deve sempre trazer algo novo na sua mensagem artística. Mais de 100 peças foram criadas para poucas serem escolhidas.

Negociações com proprietários, prefeitura de NY, imprensa, fãs deixaram a dinâmica ainda mais desafiadora.

Mas, ao final, o projeto foi um sucesso absoluto e o Kobra ampliou seu respeito e consolidou sua marca como um dos gênios da street art mundial. Sendo eleito como personalidade artística do ano em Nova York pela TimeOut Magazine.

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Games: Desenvolvimento de Mercado

Mercado nacional de games não sente a crise e deve movimentar mais de US$ 1,5 bilhão em 2018,

segundo os últimos dados da Newzoo. País conta com 75,7 milhões de jogadores

 

Recentemente nos unimos a TAPPS Games para ajudá-los no desenvolvimento de mercado, ampliando seu share no mercado de games brasileiro. O ano de 2018 representará 17% de crescimento para este segmento econômico, chegando a movimentar cerca de R$ 7 bilhões no mercado nacional.

O mercado brasileiro de games não quer saber de PIB em baixa, riscos políticos ou oscilações do câmbio. Esse é um setor que expande suas fronteiras independentemente das condições da economia do país. Dados divulgados recentemente pela Newzoo mostram que o país contava em 2017 com cerca de 66,3 milhões de jogadores. Os negócios nessa área movimentaram em torno de US$ 1,3 bilhão. Com isso, o Brasil já é o 13º no ranking global e o número um entre os latino-americanos. Para este ano, segundo a pesquisa, serão 75,7 milhões de gamers que devem gerar US$ 1,5 bilhão em negócios.

Os dados da Pesquisa Game Brasil 2018 foram coletados nos meses de fevereiro e março de 2018. Em um universo de 2.853 respondentes únicos neste período que foram questionados sobre seu perfil demográfico e comportamental, bem como diversas particularidades sobre jogos digitais e seus hábitos de consumo dessa mídia. Foram entrevistadas pessoas de todas as classes sociais, com enfoque nas classes A, B e C.

A Pesquisa aponta que 75,5% dos brasileiros jogam, independente da plataforma, jogos eletrônicos. Enquanto isso, 30% dos respondentes afirmaram que consomem jogos de tabuleiro34,9% que jogam jogos de cartas e 24,1%praticam jogos de quadra.

Quando perguntamos sobre as plataformas em que costumam jogar, notamos que o smartphone se mostrou como a plataforma mais utilizada, uma informação observada na PGB 17 que foi reforçada nesse ano. As três plataformas mais utilizadas são o celular/smartphone (84%), o console (46%) e o computador (45%).

Pesquisa Game Brasil 2018 (baixar)

 

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Branding: Medicatriz – Uma nova marca para alçar novos vôos

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Desde 2016, trabalhamos com a Medicatriz Dermocosméticos no desenvolvimento de novos mercados.  Inicialmente, desenvolvemos a revisão do plano de ação da empresa, reposicionando a marca e aproximando a companhia do consumidor final. Com este trabalho de branding, buscamos rejuvenecer a marca e torná-la mais competitiva no mercado de beleza.

O projeto de Branding Equity da Medicatriz consolidará a empresa. São disciplinas de trabalho: Pesquisa de Mercado, Gestão Comercial, Desenvolvimento de Canais, Políticas de Comunicação, Processos de Inovação e Gestão.

Recentemente, concluímos o rebranding da identidade visual. Um trabalho desenvolvido pela EagleX com base no diagnóstico e briefing da Acontece Mercadologia. O brandbook repagina a presença da empresa, definindo conceitos como origem, orgânico, ativo e humanar.

Neste passo, a Medicatriz prepara-se para estar mais próxima do consumidor e dos canais de vendas.

 

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Escadaria das Bailarinas: PlaceBranding

(Fotos: TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO)

 

Esta semana, está sendo entregue a Escadaria das Bailarinas. Popularmente, ela era conhecida como Escadão da Alves Guimarães. Mas, há cerca de 30 dias, se tornou a Escadaria das Bailarinas. Em um mês, o novo nome já superou o antigo em menções no Instagram, além de atrair visitantes. O motivo da mudança é uma ação do nosso cliente Eduardo Kobra, coordenada pela Acontece Mercadologia, e viabilizada pela marca apoiadora. No caso a Danone, via Bonafont.

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A escolha do local surgiu após o Kobra percorrer diversos espaços da capital. “É a primeira vez que eu pinto uma escadaria. Ela é muito bonita, charmosa, tem uma área verde incrível, mas, obviamente, precisava ser recuperada”, conta ele. Por isso, a ação não só envolveu a pintura, mas também a reforma.

Segundo Gabriel Patrocínio, especialista no assunto: Place branding é o processo de pensar os lugares como marcas. Atenção para o termo “processo” não é uma fórmula mágica, um toque de gênio ou uma arte bacana, é um processo, cuidadoso e complexo. Place branding é o processo de identificar vocações, potencializar identidades e fortalecer lugares.

Antes utilizado apenas no mercado de bens e consumo, o Branding agora é direcionado às marcas de lugares em todo mundo, se mostrando altamente relevante principalmente quando aplicado a destinos turísticos.

No caso da Escadaria das Bailarinas, a ação transformou um local de passagem intensa e degredado, em um charmoso ponto turístico, querido pelos moradores do bairro, e fotografo intensamente pelos inúmeros passantes do local. Além de ser uma oportunidade única da marca Bonafont demonstrar seu compromisso com a cidade e seus habitantes.

Nosso papel foi coordenar e ajudar a viabilizar a participação do investimento de marketing em uma entrega tangível para a cidade e a paisagem urbana.

Agora, Kobra busca apoio para fazer o projeto paisagístico do local . “Quando cheguei lá, na escadaria, decidi transformá-la com esse tema, de bailarinas, justamente porque era um ambiente um pouco escuro, um pouco pesado, até com usuários de drogas”, conta. Inicialmente, a pintura ocorreria apenas nos degraus da escada, mas, durante o trabalho, moradores  foram se envolvendo no processo e cederam seus muros para integrar a ação.

Para desenvolver seu projeto de PlaceBranding e fomento turístico, fale com nossa equipe.

 

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Storytelling: Disney em Springtimes

A Walt Disney Company talvez seja a marca moderna que mais investiu em storytelling (e ganhou com isso). Ao longo do tempo, o trabalho de construção da marca criou ativos emocionais incomparáveis em fidelidade e valor de mercado. Com o passar do tempo, a gravidade econômica da empresa aglutinou outros universos muito poderosos como Marcel e Star Wars.

Este mês a Disney lançou um remake do clássico FANTASIA de 1940. O Fantasia original foi o terceiro filme produzido pelos estúdios Disney, embalados pelas músicas clássicas conduzidas por Leopold Stokowski, sete delas apresentadas pela Orquestra de Filadélfia. Após uma série de tentativas não finalizadas de realizar uma continuação para obra, dentre as quais se destaca Musicana, o sobrinho de Disney, Roy E. Disney, co-produziu a única sequência lançada oficialmente de FantasiaFantasia 2000.

Em “SPRINGTIME”, os amantes do Mickey Mouse se deliciarão com esta homenagem. E, pelo visto, a Disney aprendeu bastante com a Marvel. O curta-metragem está repleto de easter eggs.

Quem é bom de ouvido pode escutar diversos easter eggs, dos quais conto apenas um: quando o campo verdejante é exibido pela primeira vez no filme, ouve-se no fundo uma canção de Mozart – A Flauta Mágica.

Para descobrir as outras pegadinhas os interessados terão que exercitar muito os ouvidos e praticar a concentração – dois itens que praticamente vêm de brinde junto ao “Springtime”.

 

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Criar conselho é essencial ao desenvolvimento

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Participamos do conselho de seis empresas e temos acompanhado como a organização e a promoção de políticas de governança estimulam, organizam e promovem o crescimento organizacional.
Neste período econômico difícil pelo qual passamos, todas as empresas das quais participamos do conselho consultivo cresceram. Uma forte evidência da força desta prática de gestão.

No nosso caso, trabalhamos para melhorar o desempenho dos vetores competitivos:

  1. Gestão de Processos
  2. Gestão de Pessoas
  3. Desenvolvimento de Produto
  4. Eficiência da Comunicação/ Relacionamento com a Marca
  5. Aprimoramento da tríade: Vendas/ Atendimento/ Entrega
  6. Precificação
  7. Geração e Evidência de Valor Agregado

 

 

Por este motivo, recomendamos a leitura da matéria do estadão:

Criar conselho é essencial à governança (link)

CRIS OLIVETTE                   03 Setembro 2017 | 07h24

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Empresas jovens e startups que planejam alcançar alto potencial de crescimento podem acelerar esse processo instalando conselho consultivo ou conselho de administração.

“O conselho de administração é uma instância formal, seus membros são remunerados e podem ser responsabilizados juridicamente pelas decisões. Já o conselho consultivo não tem formalização jurídica e não remunera os participantes. É formado por pessoas experientes que contribuem com sugestões, explica o diretor da Inseed Investimentos, João Pirola.

O advogado que lidera a área de venture capital da Veirano Advogados, Guilherme Potenza, afirma que ter conselho na companhia é uma maneira de melhorar de forma geral sua administração.

“Os diretores prestam contas ao conselho e este, por sua vez, presta contas aos donos da empresa e investidores. Essa estrutura tem mecanismos que fazem com que a diretoria esteja constantemente sendo observada. O que é muito bom”, diz.

No mercado desde 2007, a Inseed já realizou investimento em mais de 50 pequenas empresas. “Nesses dez anos de atividade, verificamos que 70% dos negócios investidos não tinham conselho. Ou seja, apenas cinco possuíam conselho administrativo e 15 conselho consultivo”, conta Pirola.

Segundo ele, normalmente, empresas nascentes não têm recursos para bancar um conselho de administração. “Mas quando um investidor entra no negócio, o capital financeiro da empresa é dividido em ações e ela assume a figura jurídica de sociedade anônima (S/A). Nesse momento, parte dos recursos do aporte passa a ser destinado ao pagamento de conselheiros”

Potenza acrescenta que o conselho de administração em uma S/A já está previsto e regulado em lei. “Existem normas que orientam a maneira como os conselheiros são eleitos, bem como seus deveres e responsabilidades.”

Segundo eles, mesmo empresas pequenas que não planejam uma trajetória de crescimento agressivo, devem ter um conselho consultivo formado por pessoas externas e munidas de informação sobre estratégias e desempenho do negócio.

“Ter conselho consultivo é importante. Ele proporciona uma opinião diferente, vinda de alguém que não está na operação, além disso, ele não envolve custos e compromissos jurídicos e societários tão complexos quanto os de um conselho de administração”, ressalta Pirola.

Potenza frisa que as pequenas empresas deveriam utilizar mais o conselho consultivo para aproveitar a expertise e rede de contatos de pessoas-chave. “É uma contribuição extremamente benéfica que avança a agenda de negócios da empresa em vários anos.”

Experiência. Fundada em 2001, a empresa de tecnologia educacional Escribo recebeu aporte em 2010 e se tornou uma S/A. “Por sermos de pequeno porte, nosso conselho tem apenas três membros. Um representante dos sócios, um membro do fundo e outro externo, que é bem especializado em governança corporativa”, diz Américo Amorim, um dos fundadores.

O empreendedor afirma que o profissional de mercado observa o negócio com mais distanciamento, por não estar no dia a dia da operação e chama os sócios para a realidade. “Ele nos ajuda nas discussões, principalmente quando preparamos cenários para os próximos anos e discutimos o orçamento do ano seguinte”, conta.

Amorim diz que os conselheiros também fazem análise da auditoria independente que a Escribo realiza desde 2009 e aprovam as contas da companhia.
“Criar o conselho nos ajudou a formalizar tarefas que eram feitas de forma desestruturada e a seguir ritos oficiais que precisam ser feitos, como o planejamento anual. As reuniões ocorrem a cada dois meses.”

Especializada no desenvolvimento de sistemas de gestão de eficiência e planejamento energético, a Viridis foi fundada em 2013 e acaba de receber aporte de um fundo de investimento.

“Desde o início, montamos a empresa com estrutura jurídica de uma S/A, porque já tínhamos clareza de que iríamos buscar investimentos. Além disso, sempre reconhecemos o valor de ter essa opinião externa que proporciona uma oxigenação da gestão do negócio”, afirma o CEO, Thiago Turchetti Maia.

Ele acha importante ter uma provocação externa, alguém para trazer novas ideias e cobrar resultados. “Apesar de ser uma empresa jovem, a Viridis já nasceu com um conselho e com essa mentalidade.”

Segundo ele, seria muito confortável para uma empresa de capital privado, sem dívidas, cujos acionistas são os próprios executivos, tocar o negócio da sua própria forma.

“É confortável para o acionista majoritário não querer ser cobrado. Mas pensamos diferente. Os conselheiros nos cobram a execução de tudo o que foi planejado. Ter essa isenção entre os papéis é fundamental.”
Maia afirma que a empresa segue as orientações do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) que prevê a remuneração dos conselheiros.

“É importante atrair um bom conselheiro. A relação é quase como a de um casamento, pois tem de dar certo para os dois lados. O negócio tem de ter uma visão de construção em longo prazo, para que o conselheiro se dedique e saiba que será reconhecido por isso, caso a empresa consiga cumprir os objetivos. Ter maturidade na governança dos processos ajuda a atrair tanto os investidores quanto os conselheiros.”

‘ATINGIMOS METAS EM MENOS TEMPO’ 

A Chip Inside, de Thiago Martins e seis sócios, nasceu em 2010 dentro da Universidade Federal de Santa Maira, no Rio Grande do Sul.

Especializada no monitoramento em tempo real do comportamento e do ciclo reprodutivo do gado de leite, a tecnologia desenvolvida pela empresa coleta dados que detectam os níveis de ruminação, atividade e ociosidade do animal.

Martins conta que a empresa acaba de receber seu primeiro aporte. Temos sócios de várias áreas totalizando sete pessoas. Antes do aporte, nos reuníamos duas vezes por ano e chamávamos esses encontros de conselho.”

Nessas ocasiões, os sócios avaliavam o andamento da empresa e desafios futuros. “Mas nunca tivemos um conselho administrativo formal, que é muito mais estratégico”, avalia.
Com a entrada do fundo, a transformação do negócio em S/A e também pela necessidade de profissionalização da gestão, a Chip Inside instituiu o conselho em março de 2017.

O conselho é formado por um dos sócios, um representante do fundo de investimento e um conselheiro externo, vindo do mercado. “Esse profissional trouxe uma visão diferente para o negócio. Mantemos encontros mensais. Essa rotina está fazendo com que as metas de médio prazo sejam alcançadas no curto prazo.”

Martins afirma que o conselho administrativo está agregando muito ao negócio. “Conseguimos estruturar todo o plano de ação de maneira muito mais objetiva e organizada. Com os encontros mensais estamos percebendo claramente para onde a empresa está indo e como está sendo a evolução do que foi planejado.”

Sem ordens. Segundo ele, ter um conselho formal não significa ter pessoas que comparecem uma vez por mês na empresa para dar ordens. “Acredito que o papel dos conselheiros é decidir junto com os sócios, auxiliar o negócio com sua rede de relacionamento, atuar nos bastidores em prol da empresa, observar os concorrentes, entre outras funções.”

O empreendedor afirma que apenas o conselheiro externo é remunerado. “Sem o aporte do fundo, não teríamos recursos para arcar com esse investimento”, diz.

Martins conta que a meta até o final do ano é chegar a cinco mil animais monitorados. Hoje, o monitoramente atinge dois mil animais. “Em cinco anos queremos monitorar entre 80 mil e 100 mil animais.”

Ele diz que a troca mensal de ideias é um dos principais benefícios decorrentes da criação do conselho. “Esse brainstorming resulta em sugestões que fazem toda a diferença. E isso só é possível se estivermos debatendo ideias periodicamente.”

Segundo ele, a rotina das reuniões envolve a avaliação do que foi feito, uma espécie de prestação de contas. “Os debates sobre novas ações ocorrem na última etapa do encontro.”

Fonte: http://economia.estadao.com.br/blogs/sua-oportunidade/criar-conselho-e-essencial-a-governanca/

 

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LIPTON – Chá com a gente

 

Campanha criada e produzida pra Lipton pela Acontece Comunicação e a 15Segundos para Unilever.
Criação e Planejamento: Acontece Comunicação – Jorge Motta
Produção: 15Segundos
Canal: Discovery Channel
Agência: Lowe

 

 

 

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HypeCast  – Bate Papo sobre Automação de Marketing com Daniel Fonseca e Andrea Bessa

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Por Ricardo De Lucia Leite

Neste vigésimo quinto episódio batemos um papo muito bacana sobre automação de marketing com Daniel Fonseca e Andrea Bessa, líderes consultivos da Acontece Comunicação.

O HypeCast é um talk show de rádio on-demand da HyTrade Marketing Digital. Ele é projetado para ajudar os profissionais de marketing e empresários ocupados a descobrir as últimas tendências sobre marketing, tecnologia e negócios, além de se manter em dia com a melhor análise sobre as notícias de mercado.

Este programa está superbacana, pois tivemos a visita especial da Andrea Bessa e do Daniel Fonseca, ambos da Acontece Comunicação, nossa agência parceria em desenvolvimento de mercado, e batemos um papo muito completo sobre automação de marketing, além da Andrea compartilhar conosco a sua experiência de ter morado em Singapura. Não deixe de conferir!

Daniel Fonseca é profissional de marketing com mais de 20 anos de experiência, pós‐graduado pela HBS, ESPM, ITA e FGV. Trabalhou na TV Globo por mais de 10 anos desenvolvendo projetos comerciais multiplataforma para TV, Internet e Cinema. Atualmente é consultor de marketing, sócio-fundador e diretor executivo da Acontece Comunicação.

Andrea Bessa é pós-graduada em Gestão da Comunicação Organizacional Integrada pela Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia e graduada em Comunicação Social / Jornalismo pela UFBA. Possui vasta experiência na área comunicação, passando por várias empresas e atualmente é consultora associada responsável pelo atendimento aos clientes da Acontece Comunicação no Estado da Bahia, com foco na prestação de serviços em marketing e comunicação corporativa.

O programa desta semana

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Spicy – Campanhas de Marketing

Criamos e produzimos a mais recente campanha promocional da Spicy. Esta é a terceira vez que cuidamos da campanha anual da marca, conjuntamente com a Discovery. O campanha criada conta com vídeo em animação para divulgar a promoção anual da loja especializada em equipamentos de cozinha. 

A Acontece é a melhor agência de marketing brasileira. Há 10 anos, ajuda a desenvolver mercado para algumas das melhores marcas nacionais, como é o caso da Spicy. Nossa área de criação e produção, desenvolve campanhas para tv e web unindo estratégias audiovisuais e inteligência de produção para ampliar o ROI dos investimentos dos nossos clientes.

A primeira campanha criada para Spicy trazia alguns dos mais famosos chefs mundiais:

Conheça mais dos nossos trabalhos de produção aqui.

 

A SPICY

Hoje quando pensamos em Cozinha, Mesa e Bar é impossível não pensar em Spicy.
Com mais de 30 lojas e presente nas principais capitais, a Spicy é reconhecida como a marca que concilia designqualidade e funcionalidade em tudo o que faz.

Seus fundadores, em 1996 vislumbraram um mercado que estava prestes a se desenvolver em nosso País: o varejo especializado. Desde a inauguração das 2 primeiras lojas: – Shopping Morumbi (SP) e Fashion Mall (RJ), a Spicy mantém o objetivo de selecionar e trazer o melhor em utensílios para CozinhaMesa e Bar.

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5 estratégias para fazer o e-commerce decolar

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Apesar do varejo ter fechado o primeiro semestre do ano com queda de 7%, as vendas no e-commerce cresceram 5,2% no mesmo período. A estratégia de quem vende on-line é determinante para que o consumidor tenha uma boa experiência e retorne para comprar mais.

AUTOMAÇÃO DE  MARKETING

Automação de Marketing pode ser resumida como a possibilidade de aumentar as vendas das empresas sem precisar de mais vendedores. Simples assim. Da mesma forma que a indústria produz mais carros sem necessariamente contratar mais pessoas. Automação de marketing é a união de tecnologias e processos para interessados em vendas e marketing, com o objetivo de aumentar a eficiência e os resultados das atividades do marketing. Na Acontece, usamos os softwares Act-On e o HubSpot para nos ajudar a aperfeiçoar a nossa relação com o nosso cliente.

FIQUE ATENTO AO QUE DIZ O BIG DATA 

O cruzamento e a análise de dados revelam muito sobre o cliente e seus hábitos de consumo. E essas informações podem ser usadas em favor das vendas, ajudando as empresas na tomada das melhores decisões. Graças ao big data, uma companhia aérea descobriu como os membros do seu programa de fidelidade estavam gastando com os seus concorrentes diretos. Conclusão da análise: 400 milhões de dólares em oportunidades desperdiçados. A partir dessas informações, a companhia passou a adotar uma estratégia de marketing mais certeira. Associado aos programas de fidelidade, o big data é capaz não só de coletar dados, como de entender quanto e como os consumidores gastam, onde costumam comprar e com que frequência o fazem.

SEJA OMNICHANNEL 

Consumidores multicanal são mais fiéis e gastam até 40% mais. Portanto, o futuro do varejo depende da integração dos canais on-line e off-line. Os dispositivos móveis, por exemplo, deixaram de ser tendência para virar uma plataforma de consumo. Estudos apontam que, até o fim do ano, 19% das vendas do e-commerce ocorrerão em smartphones e tablets, sendo que, em 2021, esse número deve saltar para 41%.

CRIE PROGRAMAS DE FIDELIDADE 

Os programas de fidelidade são, segundo os próprios consumidores, uma das principais ferramentas para mantê-los fiéis a uma loja ou marca. Esses benefícios podem se dar, por exemplo, por meio de salas exclusivas em aeroportos, cashback (retorno de um percentual pago), troca de pontos por recompensas, ou programas como o Surpreenda, no qual o cliente compra um produto e leva dois. De acordo com pesquisas, quem participa de programas de fidelidades usa 2,5 vezes mais o cartão de crédito e gasta até 14% mais no de débito. Eles também estão 16 vezes mais propensos a recomendar uma loja. Com esse tipo de estratégia, as empresas conseguem atrair, reter e aumentar o número de clientes.

INVISTA EM MEIOS DE PAGAMENTO FACILITADOS 

As pessoas usam, em média, oito senhas por dia para acessar diferentes tipos de conta. O problema é que 85% delas esquecem o código. Para piorar a situação, mais da metade dos consumidores brasileiros abandonam o carrinho de compras quando isso acontece. Uma das formas de evitar a desistência é investir em métodos de pagamento seguros e inteligentes. No Brasil, por exemplo, já existem tecnologias que permitem ao consumidor adquirir um produto ou serviço sem a necessidade de inserir os dados cada vez que visita um site de compras. Esse tipo de solução não só acelera a finalização da compra, como aumenta a taxa de conversão das vendas on-line.

INVISTA EM SEGURANÇA 

O custo da fraude on-line pode se tornar uma ameaça aos negócios, pois além de ter que arcar com o chargeback (o estorno do valor da compra), o site corre o risco de perder o cliente. Por isso, é importante investir em medidas de segurança, como aplicativos que aumentam não só a segurança da compra, como dos dados do comprador. Por meio da tokenização, algumas opções de pagamento já substituem o número pessoal de conta dos cartões de crédito e débito por outro. São esses dados que ficam armazenados no dispositivo móvel, oferecendo mais tranquilidade e proteção aos consumidores e aos estabelecimentos comerciais.

Fontes: (1) IBGE/Ebit , (2) Google Consumer Survey, campo de 18 a 20 de Maio, (3) Forrester

Data Custom Web-Influenced and Online Retail Forecast, 2016 to 2021 (4) Mastercard

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